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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

mentes criminosas - personagens e momentos marcantes

MELHORES MOMENTOS | Criminal Minds


Nenhuma mente criminosa tem chance contra a equipe da BAU e reviver os melhores momentos dos nossos agente preferidos nunca é demais.
Cuidado, spoilers!


Desde que vi a promo de Criminal Minds fiquei encantada. Num mundo em que eu só tinha CSI's e Cold Case como modelos de séries policiais, ter uma série que aborda seus casos de uma forma bastante diferente e eficaz, me deixou extremamente curiosa. Até hoje não me arrependo de ter iniciado esse vício. E ao longo de sete anos, tenho certeza de que não fui somente eu quem se apegou à equipe de agentes da Quantico. E com certeza também, ficaram tão agoniados quanto eu em certos momentos da série por mexerem de forma pessoal com cada personagem. Estou aqui para relembrar um momento marcante de cada um de nossos queridos. Vamos a eles então:

Sobre Aaron Hotchner:
Hotch sempre me agradou desde o comecinho. (Aliás, Criminal Minds é a única série que todo o elenco regular sempre me agradou). Sentia nele um pai da equipe, aquele que sempre estaria ali, guiando e auxiliando o time. Verdade seja dita: Ele sempre foi um fofo!

E ao longo de sete anos, Hotch passou por muita coisa. Mais do que deveria, eu acho. Bombas, surdez, sequestros, mortes na família. Enfim, convenhamos que os momentos de maior tensão que nosso querido Hotch passou foi nas mãos de Foyet, na minha humilde opinião, o serial killer mais cretino e frio de toda a história da série. Momentos agonizantes passamos, e claro que não tiro a importância do fato de Foyet ter matado Haley, a ex mulher do agente e ter torturado Jack, o filho dele, aquela criança linda da vida. Mas o fato que mais me marcou foi a transição da season 4 para a season 5. No fim do episódio 4.26 "To Hell... And Back (2)", temos Foyet invadindo o apartamento de Hotch, desprevenido. E eis que ouvimos um tiro. Quer agonia maior do que não saber se ainda o teríamos na outra temporada?






Foram meses angustiantes até o episódio 5.01 "Faceless, Nameless", no qual temos a resposta de nossa enorme dúvida: Sim, Hotchner estava vivo, porém debilitado, abandonado em um hospital. Mais um joguinho do serial killer com a equipe. Fico feliz em dizer que no episódio 5.09 "100", após a morte de Haley, Aaron perde o controle e mata o serial killer a socos (MUITO merecidos).

Sobre Dr. Spencer Reid:
Apesar de amar todos os personagens, como já disse anteriormente, o meu favorito não poderia ser diferente do Dr. Reid. Ele começa como o nerd desajeitado, que não sabe como se relacionar com outras pessoas. Com o convívio da equipe melhora demais em todos os aspectos. Ele é o verdadeiro coisa fofa da equipe pra mim!

Também passou por muita coisa nos sete anos na BAU: Foi contaminado por Antraz, já levou um tiro, foi refém de um grupo terrorista, mas o momento mais marcante do Reid pra mim é quando ele foi sequestrado por um serial killer de múltiplas personalidades, chamado Tobias Hankel em dois episódios da season 2 (2.14 "The Big Game" e 2.15 "Revelations"). Pior do que o sequestro em si, Reid é drogado e torturado sendo isso transmitido ao vivo na internet. Pior ainda do que tudo isso, é a sequela que esse episódio causa em sua vida. Reid se vicia no analgésico narcótico hidromorfina e somente depois de bastante tempo, Gideon e Hotchner descobrem o vício, e fazem de tudo para ajudar o amigo. Ainda bem que Spence vai às reuniões de apoio a viciados e se cura disso. Esperamos que nas próximas temporadas ele não passe por tanto sufoco, né?

Sobre Jennifer Jareau:
J.J. é uma fofa de marca maior. Já foi e já voltou para Quantico. A série caiu absurdamente por conta de sua ausência e graças a melhora da emissora, pudemos ter nossa P.R. favorita. Os momentos de JJ na série (ainda bem!) totalizam mais coisas boas do que ruins, como conhecer o detetive William LaMontagne Jr., seu casamento com ele, o nascimento de seu filho, seu retorno. É incrível ver como a personagem cresceu. Inclusive no seu cargo, já que ela agora ajuda nos profiles.

O momento que destaco é o episódio 7.24 "Run", no qual J.J passa por um sufoco que nenhuma mulher gostaria de passar. Apesar de não ter sido com ela, ver seu marido sequestrado, amarrado com bombas caseiras, como um verdadeiro homem-bomba, e seu filho nas mãos de uma serial killer que acabou maltratando o lindíssimo Henry. J.J com a ajuda de toda a equipe trabalhando no caso, consegue chegar em casa, onde a cretina conhecida como Queen of Diamonds mantinha Henry (inocentemente achando que a mulher era uma prima de seu pai) tecnicamente preso. E eis que super mamãe vem ao resgate de sua cria. Ela simplesmente tem uma luta AMAZING com a evil bitch e salva seu filho. Enquanto Will é resgatado por Emily. E o mais bonito nisso tudo é o fato de eles casarem de papel passado no fim do episódio. Felicidades para o casal!

Sobre Derek Morgan:
Morgan é o típico valentão da equipe. Juro que tem horas que penso em como ele entrou na BAU. Age tão impulsivamente que não dá pra acreditar que ele fez realmente aquilo. Não me entendam mal, adoro o Derek, principalmente seus momentos com a Garcia. Mas tem coisas que poderiam ser evitadas se ele pensasse só um pouquinho antes de agir.

O caso que apresento a vocês sobre ele é uma prova do que eu digo. Me refiro ao episódio 2.12 "Profiler, Profiled", no qual Derek vai preso como um serial killer, numa visita a sua família em Chicago. O detetive responsável pelo caso, já tinha uma implicância com Morgan desde que ele era jovem, e mandou o caso para Gideon por email, anos antes. Acontece que o Derek se encaixava no perfil. Ao invés de ele pedir ajuda ou se deixar ajudar pela sua equipe, que viajou até lá para resolver o caso. Não. Ele preferiu agir sozinho, e mais uma vez, movido pelo impulso (como sempre), foge e vai enfrentar sozinho o real serial killer, Carl Buford, um treinador de futebol e dono de um centro que ajudava os garotos da vizinhança. Acontece que o cara era um pedófilo e já tinha abusado do nosso herói. Foi um episódio de agonia pura. E fora que, apesar de tudo, me fez gostar mais dele, pela força e coragem com as quais ele lidou com sua situação.

Sobre Penelope Garcia:
Garcia garante boas risadas e momentos de descontração em meio a tantos horrores das vítimas dos casos que a BAU pega. Ela mesma em diversas situações já disse que não aguentaria lidar com tantas vítimas de muito perto. Nossa técnica de informática é quase uma hacker e faz todos nós querermos um computador com acesso a todos aqueles bancos de dados mega úteis. Garcia é parte essencial da equipe e não tem como assistir Criminal Minds e não adorar suas cenas. Enfim, o momento que escolhi pra falar sobre a Garcia, não poderia ser outro. A história começa no episódio 3.08 "Lucky", quando ela conhece um cara numa cafeteria e rola um flerte. Ela conta para Derek, super empolgada, coitada, sobre o carinha e ele fica com pé atrás com a história, o que até os faz ficar um pouco distantes durante o episódio.

Enfim, que Penelope sai com Jason Clark, mas o fim da noite não termina como planejado. Ela leva um tiro na porta de casa. ~ Agonia ~ E chega o episódio seguinte 3.09 "Penelope". Assustador já de cara. Temos nossa fofa indo para o hospital e todo aquele momento de tensão. Acontece que o tiro acabou pegando em seu estômago (menos mal!) e ela volta para casa, sob proteção absoluta de Morgan. E a equipe começa a investigar o infeliz, que era um serial killer classificado como "hero homicide", acaba morrendo numa perseguição, ao voltar ao apartamento da Garcia. Ainda bem que não deixaram nada de ruim acontecer com ela. Aposto que metade dos espectadores largariam a série.

Sobre David Rossi:
Assumo que quando Rossi chegou, olhei logo com preconceito. Afinal, ele estaria ali pra substituir Gideon (The Amazing!). Mas aos poucos, na sua humildade conquistada através do trabalho em equipe, fui gostando dele. Até porque, ele traz na bagagem uma experiência que faltava no grupo, órfão de Gideon.

Ele não aparece bastante em foco, comparado aos casos que apresentei do restante da equipe. O episódio que escolhi para falar dele foi o 7.03 "Proof", que pode parecer bobo pra vocês, mas é um momento bom da equipe, uma distração depois de todo drama com a "morte" da Emily. O "team" precisava de uma interação mais pessoal e quem proporciona isso é Rossi, chamando seus amigos para comer em sua casa, algo que ele próprio estava cozinhando. Admito que até eu quis aquele macarrão com a mega receita feita com segredos da família italiana de Rossi. E fora que foi tempo de colocar a roupa suja na máquina de lavar, e um voltar a confiar no outro, como a equipe deve realmente ser. Poderia ter escolhido qualquer outro momento, como o retorno dele a BAU ou quando sua terceira esposa morre em seus braços, mas esse momento realmente me marcou por mostrar um lado dele, que não parecia que existia. Algo extra profissional.


Sobre Emily Prentiss:
Emily logo que chegou me conquistou pelo simples fato de que ela poderia ter tudo na mão por causa da mãe e mesmo assim quis alçar novos voos. Ela passou por muita coisa. Assim como a J.J foi e voltou. Mas de uma forma beeeem mais dramática.
Impossível destacar outro momento da Emily que não a sua "morte". Fico extremamente feliz em por as aspas nessa palavra, porque ao fim do episódio 6.18 "Lauren", não tinha palavras para expressar o quão inconformada fiquei com o que os roteiristas tinham acabado de fazer. Matar a minha queridinha era o ápice do absurdo.

Acontece que a season 6 foi bem movimentada para a agente Prentiss,   sendo observada de longe pelo seu arqui-inimigo Ian Doyle. Tortura psicológica o que ela passou. Ian fugiu da prisão na Rússia e foi atrás de todos os envolvidos no caso de seu filho. Verdade seja dita, o homem tava mais louco que o The Joker. No confronto final, Emily encontra com Ian, diz pra ele que ela matou seu filho. Ele fica revoltado e atira nela. Tudo o que ela fez foi pra proteger o menino, que estava sob custódia da polícia internacional. Mas a reação de J.J e Hotch ao chegar no local onde a amiga estava caída foi tão ruim quanto a nossa. Ainda bem que deixaram a brecha depois de que era possível o impossível. Estaria Emily viva? Nossa angústia acabou na season 7.

P.S.: Só pra constar que eu não estou feliz com a nova saída dela. Mas acho que essa agora é, infelizmente, definitiva.

Sobre Elle Greenway: 
Elle era uma boa pessoa. Apesar de não chamar muito atenção, ela sempre esteve ali por perto, ajudando de todas as formas que podia a equipe, e sempre com um espírito materno.

Apesar de não ter ficado muito tempo na série, Elle marcou. Principalmente porque logo na primeira season finale, temos Elle como foco. E só sabemos do resultado da situação no episódio 2.01 "The Fisher King (2)". Agonia pura.

Elle leva um tiro e fica horas sangrando em seu apartamento, graças a um serial killer (incrível como eles sempre vão atrás de nossa equipe preferida). O fato é que a angústia toma conta de todos pela incerteza dos acontecimentos futuros. Elle iria morrer? Iria sobreviver e caçar o cretino? Na verdade, os roteiristas foram ótimos pelo fato de deixar o suspense até o fim do episódio, no qual, Elle despede-se de seu pai (que estava conversando com ela numa experiência extra-corpórea) e acorda no hospital com Gideon ao seu lado. A grande pena é que ninguém imaginava a resposta do problema: Elle sobreviveu, ficou mais alguns episódios e se despediu da BAU pelo sentimento de insegurança que tomou conta dela.

Sobre Jason Gideon:
De todos os meus queridos, nenhum era tão especial quanto o "paizão" da equipe. Gideon era tudo de bom e mais um pouco. O brilhantismo dele no trabalho, o carinho com o qual tratava seus companheiros e o senso de humor aguçado eram constantes nas cenas com ele. Acho que foi graças a ele que surgiu minha grande afeição pelo Reid. Essa relação de pai e filho deles era graciosa. Tão graciosa que é sobre ela que tratarei no momento Gideon.

Gideon, ao fim da season 2, está se sentindo cansado e esgotado. Ainda mais porque um serial killer mata uma amiga do agente e deixa a entender que ele é o culpado. No episódio 3.01 "Doubt" temos Gideon lendo uma carta que deixou para Reid em sua cabana, enquanto mostram o caso do dia que não termina bem: Além de o suspeito morrer, uma jovem estudante comete suicídio. Hotchner é suspenso da equipe e Gideon acha que ele próprio é culpado por isso. Juntando todos esses problemas, Reid termina a leitura da carta de Gideon, bastante abalado emocionalmente. Eis que Jason Gideon deixa a BAU com as palavras escritas: "O mundo me confunde, eu não sirvo mais". Uma pena porque até hoje faz falta!

Encerro aqui meu post com uma saudade dos personagens ausentes, com novas esperanças para a próxima temporada. Creio eu que todos nós queremos mais momentos eletrizantes e também momentos felizes dos personagens tão queridos por nós.

E vocês? Qual momento foi bem marcante na sua caminhada de Criminal Minds? Estou curiosa para saber!


acessem >>(theseriesfactor) 

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